sábado, 12 de outubro de 2013

Últimas Notícias BBom 13/10/2013

Após a descoberta de diversas empesas no Brasil que operam com o sistema de pirâmide financeira, medidas rígidas pelo judiciário tornou- se algo claro e evidente. A Justiça Federal em São Paulo decretou o sequestro de 49 veículos da empresa Embrasystem, que opera no mercado multimídia e é investigada por suposta criação de uma pirâmide financeira por meio da BBom, seu braço de venda direta.
A decisão é do juiz Marcelo Costenaro Cavali, da 6.ª Vara Criminal Federal, que acolheu pedido da Procuradoria da República.
A frota confiscada inclui 26 carros de luxo, sendo 17 Mercedes Benz, 4 Lamborghines, uma Maserati, 3 Ferraris e um Rolls Royce Ghost que, segundo a Polícia Federal, está avaliado em R$ 3,5 milhões.
Segundo a Polícia Federal, a Embrasystem opera publicamente com venda de rastreadores de veículos. Mas o equipamento seria usado para arrecadar recursos e atrair novos clientes.
O juiz ordenou o confisco porque a PF está encontrando dificuldades em localizar a frota que integraria o patrimônio da Embrasystem. Os carros poderão servir de garantia para eventual ressarcimento de danos a investidores e à União.
O Ministério Publico Federal em Goiás (MPF-GO) reafirmou nesta quinta-feira (25) que o bloqueio de bens da empresa BBom, investigada por suspeita de pirâmide financeira, está mantido e que não foi firmado nenhum Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com a companhia. Em um vídeo publicado na internet, o presidente da empresa, João Francisco de Paulo, envia um recado aos associados e destaca que o time jurídico da BBom conseguiu um acerto. “As férias acabaram definitivamente”, diz

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Ação pede o fim da BBom e a devolução do dinheiro a associados

Empresa é acusada de ser pirâmide financeira 'mais abrangente' que Avestruz Master


O Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO) e o Ministério Público de Goiás (MP-GO) pediram à Justiça que decrete a dissolução da BBom e a devolução dinheiro investidos pelos cerca de 200 a 300 mil revendedores do negócio, acusado de ser uma pirâmide financeira. 
A suposta fraude é "mais abrangente" do que a praticada pela Avestruz Master, que lesou 40 mil pessoas há cerca de oito anos, diz a procuradora da República Mariane de Mello, uma das responsáveis pela ação contra a BBom. Ela também atuou no caso das aves.
"Mesmo tendo ficado 7 anos no mercado, a Avestruz Master arrebanhou 40 mil associados [ e deu prejuízo de R$ 1 bilhão ]. A BBom, com três meses de atuação tinha cerca de 300 mil associados e nós conseguimos bloquear R$ 300 milhões. Proporcionalmente, a abrangência é muito maior", diz Mariane, em entrevista ao iG .
Desde julho, a BBom está impedida pela  Justiça de movimentar suas contas ou cadastrar novos integrantes. 
Em nota, a empresa informou estar ciente de desenvolver "uma atividade econômica lícita e regular" e que apresentará defesa contra os pedidos dos órgãos. Ao mesmo tempo, diz o texto, a empresa tentará derrubar a liminar (decisão temporária) que bloqueia suas atividades desde julho. 
O pedido de dissolução da BBom e de devolução das verbas foi feitos por meio de uma ação civil pública (ACP) apresentada no fim da tarde de segunda-feira (5) à Justiça.
O documento propõe que sejam declarados nulos todos os contratos firmados pelas empresas responsáveis pela marca – a Embrasystem e a BBrasil organizações e métodos –, inclusive aqueles firmados pelos associados, como são chamados os revendedores.
A BBom é apresentada por seus responsáveis como um sistema de marketing multinível pelo qual são comercializados os serviços de rastreamento de veículos e de pessoas prestados pela Embrasystem.
Os revendedores (associados) eram atraídos para a rede com a promessa de lucros expressivos, e tinham de pagar taxas de adesão que variam de R$ 600 a R$ 3 mil. 
Para o MPF-GO e o MP-GO, a BBom é uma pirâmide financeira pois os lucros e bonificações prometidos aos associados viriam das taxas de adesão, e não da venda dos serviços de rastreamento. 
Segundo o texto da ação civil pública, a BBom vendeu 1 milhão de rastreadores, mas adquiriu junto a fornecedores menos de 90 mil aparelhos. O principal fornecedor, de acordo com o documento, vendeu 69.114 rastreadores à BBom. 
"A principal semelhança [ com a Avestruz Master] é não ter o produto para entregar. A Avestruz Master revendeu 600 mil aves mas só tinha 38 mil", diz Mariane. "A grande maioria das pessoas que compram [ o rastreador da BBom ] não tem interesse em receber. É igualzinho à Avestruz."
Dinheiro investido em luxo 
Além disso, os procuradores e o promotor acusam as empresas de não terem autorização do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para prestar o serviço de rastreamento. Tal aval não é necessário, segundo a BBom.
Ao mesmo tempo em que não adquiriram todos os rastraeadores revendidos, os responsáveis pela BBom gastaram mais de R$ 10 milhões em veículos como Ferrari, Lamborghini e Mercedes. Carros de luxo como esses eram usados para premiar os associados e, assim, atrair mais membros para a rede.
"[ O grupo também ] promoveu opulentas festas e transferiu milhões de reais a contas pessoais do sócio João Francisco de Paulo [ dono da Embrasystem ] e de pessoas diversas", segundo a APC, assinada por Mariane, pelo procurador da República Helio Telho e pelo promotor de Justiça Murilo Moraes e Miranda.
Além do crime de pirâmide financeira, os responsáveis pelas empresas são acusados de praticarem captação antecipada de poupança popular de forma irregular. Esse tipo de atividade, cujo exemplo mais conhecido é o Baú da Felicidade, depende de autorização do Ministério da Fazenda para ocorrer. A BBom não tinha tal homologação.
Novo congelamento
As contas das empresas e dos sócios foram bloqueados no dia 10 de julho. A entrada de novos associados ou a cobrança de mensalidades dos que já haviam aderido, no dia 17. Ambas as decisões são liminares (temporárias) e foram dadas pela juíza  Luciana Gheller, da 4ª Vara Federal de Goiânia.
Em novo despacho divulgado nesta terça-feira (6), entretanto, Luciana afirma ter recebido indícios de que "os associados continuaram a aderir ao sistema ou a pagar as mensalidades cobradas" e que "ativos financeiros continuam sendo movimentados pelos réus." Por esse motivo, a juíza emitiu uma nova determinação de bloqueio.
A BBom é a segunda empresa a ser alvo de uma ação civil pública nesse teor. No início de julho, o Ministério Público do Acre (MP-AC) moveu um processo semelhante contra a Telexfree, que também está com as contas bloqueadas. A ação ainda não foi julgada .

Popó quer criar CPI para Telexfree e Bbom, acusadas de pirâmide financeira

O deputado e ex-pugilista Acelino Freitas (PRB-BA), o Popó, quer criar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre Marketing Multinível para investigar a atuação de empresas como Telexfree e Bbom, acusadas de praticarem pirâmide financeira.
A criação na semana passada de uma frente parlamentar sobre o tema pretende regulamentar a atuação de empresas que se classificam como de marketing multinível.
Nesse tipo de negócio, as empresas distribuem produtos e serviços por meio da indicação de colaboradores independentes, que recebem um bônus por isso. Já na pirâmide financeira, a empresa só ganha com a adesão de novos colaboradores.
"Quero abrir a CPI e investigar a fundo toda essa história. Teve gente que vendeu casa e tirou todo o dinheiro que tinha guardado para investir nesse tipo de negócio. Nosso maior objetivo é regulamentar e que as pessoas façam de uma maneira ordenada. As empresas também querem isso", disse o deputado.
O ex-pugilista afirma ainda que acredita que as pessoas que estão com dinheiro bloqueado devido as investigações de pirâmide financeira poderão ter o investimento de volta. "O objetivo é devolver aos investidores tudo aquilo que eles investiram", afirmou.
Para a criação da CPI, Popó precisa da assinatura de 171 deputados. Ele afirmou que irá começar a "correr atrás" nesta terça-feira (07), em Brasília.
"A promessa de dinheiro fácil e rápido convenceu muita gente a entrar nesse negócio. Queremos saber de onde vieram os carros importados e mansões dos cabeças dessas empresas", declarou.

Telexfree e Bbom são investigadas por formação de pirâmide

A Telexfree (Ympactus Comercial Ltda.) foi proibida de realizar novos cadastros de clientes (chamados de "divulgadores"), bem como está impedida de efetuar pagamentos aos clientes já cadastrados, até o julgamento final do caso, sob pena de multa diária de R$ 500 mil.
A ação contra a Telexfree faz parte de uma força-tarefa conduzida pelos Ministérios Públicos federal e estaduais e que investiga indícios de pirâmides financeiras pelo país. Outro caso sendo investigado no momento é o da empresa BBom, que fornece rastreadores de veículos.
A prática de pirâmide financeira é proibida no Brasil e configura crime contra a economia popular (Lei 1.521/51). Com promessas de retorno expressivo em pouco tempo, os esquemas de pirâmide financeira são considerados ilegais porque só são vantajosos enquanto atraem novos investidores. Assim que os aplicadores param de entrar, o esquema não tem como cobrir os retornos prometidos e entra em colapso. Nesse tipo de golpe, são comuns as promessas de retorno expressivo em pouco tempo.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

BBOM CONSEGUE SUA 1° VITÓRIA EM BRASILIA E PODE VOLTAR A OPERAR NA PRÓXIMA SEMANA!!!


Empresa Bbom investigada por crime de formação de pirâmide financeira, consegue na tarde desta quarta-feira(09), sua primeira vitória no processo junto ao STJ. Palavra do presidente da instituição Bbom: " Acreditamos na vitória, e ela está muito próxima! As férias vão terminar, eu tenho certeza! ".

A ministra Ana Maria Bacelar Kalef, colocou em pauta no final desta tarde, o processo e todas as provas expostas pelo jurídico da empresa Bbom.

Palavras da ministra sobre o processo Bbom: " Se ela é ou não uma pirâmide financeira, isso nós veremos em breve; mais se for comprovado a ilegalidade da mesma, tomaremos todas as medidas cabíveis para extinguir a empresa e indenizar os prejudicados.
Vale lembrar que investigaremos todos que tiveram lucros exorbitantes com o trabalho ilegal e não somente a empresa. "


A empresa Bbom voltando a trabalhar, trará benefícios para mais de 350 mil famílias em todo o país; dados do processo. Fique atento, breve mais noticias!!!